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DEUS CONTROLA O MEU FUTURO

Essa é a história de SON SHING, um jovem indiano (26 anos) ansioso para servir a Deus. Impactado por um seminário Permanecendo Firme Através da Tempestade realizado pela missão Portas Abertas, sentiu-se incitado a servir a comunidade cristã fazendo estudos adicionais na área de direito. Son foi um estudante excelente ao longo de sua carreira acadêmica e queria seguir a carreira ordenada por Deus. No país, há enorme necessidade de advogados cristãos para cuidar dos casos de cristãos perseguidos.

Ele não nasceu e nem fui criado em uma família cristã. Em 1999, Son conheceu o Senhor por intermédio de um amigo que compartilhou o Evangelho. Ele ficou muito deprimido no último ano do ensino médio e estava a ponto de considerar o suicídio como uma opção. Mas pela graça do Senhor, ele abriu os olhos bem a tempo e acreditou que Deus estava no controle do seu futuro. A cada dia, a sua fé ficava mais forte, no entanto, começou a enfrentar oposição de todos em casa. Seu irmão, que era do Corpo Nacional de Voluntários da região, estava enfurecido com a sua decisão. Um domingo de manhã, enquanto Son se arrumava para ir à igreja, seu irmão pegou um machado de cortar lenha para bater nele. Sua família interferiu bem a tempo e o salvou.

A convivência em sua casa estava cada vez mais complicada por causa de sua fé. Son foi admitido em uma universidade em uma cidade vizinha e saiu de casa e foi morar em um albergue perto da universidade. Sua família pensou que sua fé diminuiria, pois estaria em um lugar novo e  longe da influência cristã da vila. Em 28 de dezembro de 2000, contrariando a crença deles, Son foi batizado nas águas. Sua família quando soube não gostou. Mais uma vez, eles começaram a pressionar ele  para desistir de sua fé.

            Ele continuou a interceder por sua família para que conhecessem ao Senhor. Com o tempo, a pressão diminuiu. Após muitos meses, seu  irmão foi visitá-lo e também foi à igreja. E naquele mesmo dia seu irmão aceitou ao Senhor!

Depois de concluiu o curso de direito, ele serviu durante dois anos em uma organização missionária. Após participar o trabalho missionário de campo, ele passou a conhecer os problemas que os evangelistas e os pastores enfrentam apenas por serem cristãos. Muitas pessoas podem ser falsamente acusadas em casos legais por causa da lei anticonversão. Há realmente poucos advogados cristãos para oporem-se a isso, profissionais que concordem em lutar contra o sistema e conseguir com que pessoas inocentes sejam justamente julgadas.

            Agora, Son  está em uma região em que há muita tensão comunal. Um político poderoso anunciou abertamente uma recompensa considerável para quem matar um pastor ou um cristão e para quem queimar uma igreja. Com freqüência, os cristãos são ameaçados a fim de que parem com os cultos de adoração e, em muitos lugares, as igrejas são queimadas.

Vamos orar por esse jovem, que está realizando tão brilhantemente a vontade de Deus na sua região.

 

 

 

http://www.underground.org.br/artigos/artigo.asp?ID=159

O DIA DE OLHAR PRA TRÁS

Recentemente assisti a um filme legal chamado Confissões De Uma Mente Perigosa. Ele é baseado na vida e lendas que giram em volta de Chuck Barris, o cara que inventou o Show de Calouros. No final do filme, o próprio Chuck Barris diz:


“Sabe, recentemente tive uma idéia pra um novo game show. Se chama O Velho Jogo. Você tem três caras velhos com pistolas carregadas no palco. Eles olham para suas vidas, vêem o que eram, o que conquistaram, quão perto eles chegaram de alcançarem seus sonhos. O vencedor é aquele que não colocar uma bala na cabeça. Ele ganha uma geladeira.”

 

Desde criança comecei a pensar nessas fitas. “Quando ficar velho e olhar pra trás, o que vou ver?” Depois, cristão, a pergunta ficou mais pertinente. “O que vou apresentar pra Deus naquele dia?”

Kardecistas e adeptos de algumas outras religiões tentam amenizar a primeira pergunta dizendo que temos muitas encarnações. Assim, não fica tão ruim se fizermos várias besteiras numa vida, pois sempre teremos outra chance. Isso nunca me convenceu.

Muitos protestantes tentam aliviar a segunda pergunta com um conceito fariseu de graça. Pra eles não importa muito que fazemos nessa terra, contanto que pertençamos à crença certa, podemos ficar tranqüilos em relação ao dia do juízo. Isso me convenceu até eu ler a Bíblia.

O fato é que olhando pras pessoas, realmente são poucas aquelas que podem olhar pra trás e dizer: realizei meus sonhos de juventude. A maioria das pessoas olha pra trás e tentam se convencer do por que foi melhor ter acabado assim.

Eu não sou tão velho (27 anos) e já vejo que grande parte dos meus colegas deixou seus sonhos de juventude. Pensando nos cristãos, foram quase todos. Tinha muitos amigos que desejavam dedicar suas vidas ao Evangelho. Sonhavam em ser pastores, profetas, missionários, ter bandas evangelistas, etc. A esmagadora maioria acabou se conformando com aquilo o que o destino trouxe. Depois arrumaram uma justificativa pra explicarem porque foi melhor assim.

Os que se desculpam normalmente dizem pra si mesmos que eram irrealistas. Acho que aí mora parte da verdade. Não que sonhamos coisas irreais quando somos jovens, mas não calculamos realisticamente o preço que teremos que pagar para alcançá-las. Romantizamos a caminhada e, quando o desafio vem, ele nos surpreende e pipocamos. Daí, depois de um tombo, muitos optam por arrumar uma desculpa pra ficar no chão ao invés de se levantar e tentar de novo.

Mas o desvio do propósito inicial não se dá do dia pra noite. A pipocada pode ter momentos marcantes. Fazer uma viagem ou faculdade, aceitar um emprego ou um pedido de casamento. Porém, o comprometimento é gradual. Num primeiro momento a pessoa diz pra si mesma: “Vou fazer isso, mas nada vai mudar”. Mentira. Aos poucos ela vai cedendo aqui e ali. Quando vê já está tendo que arrumar explicações pra se convencer de seus atos.

Aliás, esse é um bom sinal pra você identificar que cedeu. Quando você está tendo que dar muita explicação daquilo que está fazendo, algo não está na linha. Se você está caminhando o estreito, justificativas nem lhe cruzam a mente. Na cabeça só tem espaço para aquela satisfação que só tem quem carrega a convicção de estar buscando o excelente.

Sempre tive medo (temor) de levar uma vida onde eu tenha que pensar nessas desculpas pra conviver com minha consciência. O Velho Jogo vai rolar um dia e vai ser mais punk do que a descrição do cara. Estaremos diante do Trono Divino, teremos que olhar pra nossas vidas e falar daquilo que fizemos e daquilo que não fizemos porque nos acovardamos. Naquele dia, será que você vai querer ter uma pistola carregada?

 

 

http://www.underground.org.br/artigos/artigo.asp?ID=168

Por Tonho

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